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Eu ia ser tão sua, que o mundo inteiro ia me olhar e enxergar você. Iria esperar você chegar em nossa casa para pode te abraçar e pergunta como foi mais um dia de trabalho, ia ser sua por completa. Iria deixar todos os meus sonhos de lado só para realizar um dos seus. Ia viver por você, por nós pelo nosso amor e não íamos precisar mais de nada. Iriamos sair em dias chuvosos só pra contrariar. Iria ser tão sua que você não precisaria ter medo nenhum me perde algum dia. Eu teria sido sua se você fosse meu, somente meu. Teria cuidado de você até mesmo quando não estivesse doente. Se não fosse o medo de perde ou até mesmo que tudo pudesse acabar algum dia por qualquer coisa que seja, por falta de sentimento ou até mesmo por sentimento demais. Ia ser sua paz e seu inferno. Nem que eu quisesse muito não conseguiria ser de mais ninguém somente sua, para todo o sempre. Todas as palavras e coisas bonitas não foram o suficiente para nos livrar da dor, do abandono, da perda. Lembro até mesmo do seu primeiro sorriso e de como me chamava de sua e porque diabos tudo que e bom acaba? Isso não tem resposta não e mesmo. Por favor me entenda ou pelo menos me compreenda. É demais para mim ter que viver minha vida sem você ao meu lado e demais pra mim olhar para qualquer lugar e lembrar de você ouvir qualquer musica e pensar em nos dois. É duro ter que enfrentar o mundo todos os dias e não ter você para me abraçar no final do dia e me salvar e me acalmar e me amar. chuva de dezembro - Larissa Basso


“Menino, teu jeito, tua voz vem me viciando. Quero sempre escuta-la, quero-te cada vez mais perto. Fala-me, menino, qual fragrância te envolve? Teu sabor é levemente doce com um toque amargo. Talvez, seja isso a razão de não enjoar de ti. Mostra-me, menino, teu sentimento verdadeiro. Deixa-me conhecer-te primeiro, vamos conversar e andar por ai. Mas não esconda-te para sempre. Uma vez procurarei, mas duas não. Não quero-te com um lance, uma brincadeira. Quero-te por inteiro. Completo. Sem faltas. Vamos, menino, viajar e conhecer meus lugares favoritos. Vamos, mergulhar em nosso íntimo e mirar em cada um de nossos desejos. Vamos dá um pulo em Paris, ser românticos por um momento. Vamos dá uma parada em Nova York e comprar algumas besteiras. E no fim, pararemos em frente lá de casa. E depois de tanto tempo juntos, saberei sua fragrância e teu carinho favorito. Saberei também teu sentimento. Mas para isso, menino, teremos que ir juntos.”
~ Stefany Braga  (via re-novada)

1 week ago · 80 notes · reblog
originally re-passar · via re-novada

Diz para minha sogra que estou desejando um feliz dia das mães.


Nós nos casaríamos. Não necessariamente você de terno, e eu de vestido branco. Mas dividiríamos uma mesma cama, uma mesma vida e um mesmo sobrenome. Acordaríamos juntos e logo pela manhã, alguma implicância já iria nos afetar. Você tomaria seu banho demorado, e eu bateria as portas do guarda-roupa com força para que você ouvisse e percebesse minha pressa. Você falaria algumas bobagens, eu retrucaria. Depois, você me calaria com um beijo, me jogaria na cama e ali resolveríamos nossas diferenças. Eu faria questão de preparar o nosso café da manhã. Deixaria sua tigela de cereais posta à ponta da mesa, juntamente com seu leite morno e seu jornal do dia. Do lado, eu colocaria o meu café meio amargo, juntamente com minhas bolachas favoritas. Provavelmente você sairia atrasado para seu trabalho, e eu para o meu. Você me surpreenderia no horário do almoço com uma mensagem simples, daquelas que me fazem sorrir feito criança. O dia passaria devagar, pois não estaríamos juntos. Quando, enfim, o expediente de ambos acabasse, nós nos encontraríamos em casa. Você chegaria com aquela sua cara de cansado, se jogaria no sofá e pediria pra eu pegar algo para beber. Mas não seria cerveja. Eu te entregaria uma garrafa de Coca-Cola, com apenas um copo, e também um prato de brigadeiro. Quando você pensasse que iria se deliciar sozinho, eu pularia no seu colo, roubando o copo da sua mão e tomando tudo que nele ainda restasse. Você, então, pegaria o copo da minha mão, o colocaria na mesinha de canto e me beijaria como se nada mais no mundo te importasse. Nós ficaríamos ali, abraçados, assistindo filmes de comédia até o anoitecer. Levaríamos uma vida morna. Brigaríamos como cão e gato. Nas férias, você iria querer me levar para a praia, e eu iria querer te levar para as montanhas. Você acabaria cedendo, e depois diria que sempre faz minhas vontades mesmo. No domingo chuvoso, enquanto filmes melodramáticos passassem na tevê, você pegaria seu violão e me levaria para sentar no terraço. Lá, você cantaria aquela canção que parece ter sido escrita para nós dois, e depois, aconchegaria meu rosto em seu peito, para que assim eu descansasse. Do dia seguinte, talvez brigaríamos para decidir quem entraria no banho primeiro, quem prepararia o café, e quem passaria no mercado para comprar Doritos. Nos dias entediantes, nós trocaríamos mensagens. Eu no quarto e você na sala, separados por uma distância máxima de vinte metros. Sentaríamos no chão da sala e pensaríamos nos nomes que nossos futuros filhos receberiam. Nós conversaríamos sobre tudo. Eu acabaria entendo um pouco sobre futebol, e você um pouco sobre moda. Falaríamos besteira e sorriríamos ao ver que naquele lar havia uma coisa chamada “amor”. Não perderíamos o ar de jovens apaixonados. Escreveríamos bilhetes, provocaríamos um ao outro e sussurraríamos todos os dias o quão feliz estávamos. Esses eram alguns dos meus planos, e neles, nós seríamos eternamente felizes.”

#mo  
2 weeks ago · 244 notes · reblog
originally dilacerar · via dilacerar
“Você é tudo.”
~ LifeHouse (bye)

Pessoas fortes e alegres demais, sempre desmoronam quando estão só.